O reajuste estimado é de 4,17%, e o valor do piso passa de R$ 2.455,35 para R$ 2.557,74. Correção — por lei — deve ser feita a partir de 1º de janeiro de 2019. Independentemente de quanto cada educador já receba de remuneração, todos têm direito a esse acréscimo de 4,17% em seus salários-base.
Prefeitos e governadores são obrigados a pagar. É o que reza a lei federal 11.738/2008
Foi publicada ontem (27) no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria Interministerial 6/2018, com nova estimativa da receita do FUNDEB e do valor anual mínimo nacional por aluno para este ano de 2018. Continua, após o anúncio.
Com isso, “o valor mínimo nacional por aluno/ano dos anos iniciais do ensino fundamental urbano para 2018, anteriormente estimado em R$ 3.016,67, passa a ser estimado em R$ 3.048,73, conforme a [mesma] Portaria Interministerial 6/2018, o que representa uma variação de 4,17% em relação ao exercício de 2017″, diz a Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Piso nacional
Por conta dessas alterações, a CNM estima que o piso nacional dos professores deve ser reajustado por essa variação de 4,17% em janeiro de 2019. Dessa forma, o valor desse direito dos educadores passa de R$ 2.455,35 para R$ 2.557,74 no próximo ano.
Todos os prefeitos e governadores são obrigados a pagar logo a partir de 1º de janeiro. Independentemente de quanto cada educador já receba de remuneração, todos têm direito ao acréscimo de 4,17% em seus salários-base. Continua, após o anúncio.
Alerta
A CNM — entidade representativa dos interesses dos prefeitos de todo o Pais alerta que esse “enorme” reajuste de 4,17% é maior do que a inflação acumulada nos últimos doze meses, que ficou em 3,56%. Ou seja, autoridades já se articulam para sabotar o aumento do piso do magistério. Educadores de todo o País também devem começar a se mexer